

*O chefe da Delegacia de Polícia Federal no município, João Manoel Vieira Filho, também solicitará o apoio da Divisão de Meio Ambiente da PF, em Brasília, para descobrir porque o lixo foi enviado ao país. Ele investiga se a empresa exportadora da Inglaterra, que enviou a carga, aproveitou-se de um negócio aparentemente legal para descartar lixo inaproveitável no sul do Brasil.
O delegado também vai apurar se a empresa gaúcha que importou a carga, a Alfatech, de Bento Gonçalves, está envolvida na operação de transformar o estado em lixeira dos britânicos. A procuradora e o delegado querem colaboração mundial.
- É um caso inédito e complicado - destaca Vieira Filho.
O porto de Rio Grande foi surpreendido com a descoberta de que 40 contêineres continham papéis, plásticos, vidros, tampa de banheiro químico e outros dejetos. Pelos documentos de importação, os contêineres deveriam ter polímeros de etileno, que são aparas de plástico para reciclagem. Atuando há 15 anos no porto de Rio Grande, o inspetor-chefe da Receita Federal, Marco Antônio Medeiros, não havia visto algo semelhante.
A advogada da Alfatech, Silvana Werner, garante que a empresa também foi surpreendida. A advogada sustenta que a empresa pagou R$ 200 mil, adiantados, para importar as 1.098 toneladas que seriam de aparas plásticas. Silvana diz que importam polímeros de etileno (tiras e blocos de plástico) da Inglaterra por não encontrar mercadoria semelhante no Brasil apta à reciclagem.
A advogada ressalta que a empresa, com sete anos no ramo, vai provar inocência e se ressarcir dos prejuízos
Mariza Maravilha/2009..
pesquisas na internet.

2 comentários:
Querida, obrigada por seu comentário. Fico feliz em poder ajudar. Linda, preciso lhe dizer que colocou no cabeçalho a imagem do back que só serve para o fundo.
Estou levando seu link tbm.
Bj e feliz dia do amigo!
OLá, estive lá no Plantas mas achei algo meio estranho. Agradeço a visita e comentário e deixo-te um beijinho
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